Consultoria Fiscal-Tributária

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Posts Tagged ‘Contabilidade’

OS PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE

Posted by Robson de Azevedo em 7 de janeiro de 2015

principios-da-contabilidadeOs Princípios de Contabilidade representam a essência das doutrinas e teorias relativas à Ciência da Contabilidade, consoante o entendimento predominante nos universos científico e profissional.

A partir de 02.06.2010, Os "Princípios Fundamentais de Contabilidade (PFC)", citados na Resolução CFC nº 750/1993, passam a denominar-se "Princípios de Contabilidade (PC)", por força da Resolução CFC 1.282/2010.

Os princípios são aplicáveis à contabilidade no seu sentido mais amplo de ciência social, cujo objeto é o Patrimônio das Entidades.

São Princípios de Contabilidade:

I) o da ENTIDADE;
II) o da CONTINUIDADE;
III) o da OPORTUNIDADE;
IV) o do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL;
V) o da ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA; (Revogado pela Resolução CFC 1.282/2010)
VI) o da COMPETÊNCIA; e
VII) o da PRUDÊNCIA.

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Contador: de Guarda-Livros a Guarda Declarações?

Posted by Robson de Azevedo em 8 de abril de 2014

downloadInfelizmente, devido à grande demanda de informações ao Fisco Brasileiro, o Contabilista está se tornando especialista em guarda-declarações: DIPJ, DIRPF, DCTF, SPED CONTRIBUIÇÕES, SPED FISCAL, DIRF, RAIS, GIA, DSPJ, DASN, DASN SIMEI, E-SOCIAL, CAGED, dentre outras menos conhecidas.

Com essa parafernália de informações, o Contador aos poucos vai perdendo (se já não perdeu totalmente) sua aptidão gerencial estratégica e tributária, transformando-se em um emissor de DARFs e GIAs para pagamento do tributo e posterior lançamento na DCTF, SPED, GIA.

Essas declarações enviadas pela Contabilidade ao Fisco são verdadeiras Notas Promissórias assinadas por procuração, que na maioria das vezes o emitente titular (a empresa) nem sabe do que se trata. É uma inscrição direta na Dívida Ativa se não paga; é assumir um ônus que na maioria das vezes não lhe pertence; assinar (por terceiros) seu próprio decreto de falência.

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A tarefa de atlas, o empresário

Posted by Robson de Azevedo em 23 de setembro de 2011

O que aconteceria com o Brasil se os empresários declarassem greve e entregassem suas organizações ao controle do Estado? Evidente que alternativa tão radical não condiz com o sistema da livre iniciativa em regimes democráticos. Considerando, porém, a quantidade exorbitante de regras em vigor, o comportamento de gestores do Estado brasileiro aponta para um mórbido desejo do total controle das empresas nacionais. Quem sabe, dessa maneira multas não precisariam ser aplicadas?

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IFRS é linguagem universal

Posted by Robson de Azevedo em 22 de setembro de 2011

Do mesmo modo como acontece nas mais diferentes áreas, na Contabilidade a globalização também estabelece uma série de adequações, tendo em vista a busca de padrões e práticas. – Hoje numerosos países têm projetos oficiais de convergência das normas contábeis locais para as normas internacionais de contabilidade conhecidas como International Financial Reporting Standards (IFRS), inclusive o Brasil.
Bacharel em Ciências Contábeis com mais de 30 anos de atuação no setor, o sócio de auditoria da BDO RCS e professor de Contabilidade Internacional da Fundação Santo André, Jairo da Rocha Soares (foto), é um entusiasta do assunto. "A contabilidade internacional é um tema fascinante, objeto de discussões permanentes na Fundação", diz Soares que também leciona nas faculdades Costa Braga e FMU e pós-graduação na Universidade Metodista.
O executivo ressalta que da mesma forma como os negócios desenvolveram dimensões internacionais ao longo da história, a contabilidade também se desenvolveu. Como exemplo, citou o crescimento do comércio internacional na Itália no fim da Idade Média (e o desejo do governo de encontrar uma maneira de cobrar impostos pelas transações comerciais) que levou à criação da escrituração contábil de partida dobrada, surgida em Veneza em 1942.

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Os contabilistas e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Posted by Robson de Azevedo em 9 de setembro de 2011

* por Anderson Hernandes

A busca entre equilíbrio pessoal e profissional é um dos maiores desafios individuais. Qualquer pessoa, em qualquer profissão está sujeita a perder o equilíbrio entre vida pessoal e profissional em alguma fase da sua vida.

Para um grupo de profissionais, os contabilistas, esse equilíbrio tem se tornado um desafio ainda maior, quando se pensa na enorme carga de novas responsabilidades e exigências que esses profissionais acumularam nos últimos anos face às mudanças contábeis e fiscais para as empresas em que atuam.

Diante disso, é possível para o contabilista equilibrar adequadamente a vida profissional e pessoal? Sim é possível, mas nem sempre é uma tarefa fácil. Primeiramente, o profissional pode começar por estabelecer limites na sua rotina de trabalho e assumir responsabilidades que possam encaixar-se com sobra de tempo dentro dela. É claro que em alguns momentos será necessário que o profissional aumente a carga de trabalho em horas de dedicação extra, mas isso deve se restringir a momentos de picos de trabalho e não transformar definitivamente a sua rotina de trabalho.

Grande parte do trabalho que é executado em extenuantes horas extraordinárias ocorre porque não houve uma programação de execução de tarefas que priorize aquelas mais importantes e complexas para o início da rotina, onde normalmente o profissional tem melhor desempenho. Interrupções frequentes na jornada de trabalho para atendimento de telefonemas frequentes, reuniões desnecessárias, respostas de e-mails e intermináveis conversas em programas de comunicação instantânea tem um papel decisivo para determinar quantas horas extraordinárias serão necessárias ao profissional para atender a sua demanda de serviço. Assim, será prudente que o contabilista saiba limitar essas interrupções ao longo do dia.

Outro fator influenciador na rotina do profissional contábil é a necessidade frequente de atualização e acompanhamento das mudanças da legislação. Nesse respeito, muitos profissionais comentem o erro de não focar sua especialização em um, dois ou no máximo três áreas relevantes e assim diminuir em muito a necessidade de tantas atualizações. Buscar qualificação em todos os assuntos que a profissão contábil está relacionada gerará frustração pela impossibilidade de acompanhamento e incapacidade de ser referencia em alguns temas importantes ao profissional contábil da atualidade. Ainda que possamos ter uma visão generalista dos diversos temas correlacionados com a contabilidade, um contabilista não tem a obrigação de dominar todos eles.

Mas é possível equilibrar a vida profissional e pessoal? É possível ser bem sucedido em ambas? Por anos tenho confrontado as pessoas nas palestras que ministro com essas perguntas. O feedback recebido mostra que não raro, os profissionais tem enfrentado dificuldades nisso. Para os que estão plenamente focados na busca do sucesso profissional enfatizo que ele não compensa o fracasso pessoal. Lembro-me de uma cena com um cliente que passava por sérios problemas financeiros e que sempre se dedicou prioritariamente à empresa da família. Nesse momento difícil de sua vida profissional ele decidiu viajar com a família e ao chamar um dos filhos ouviu: “Pai, você me deixou de lado a vida inteira e agora que a empresa está quebrando você quer viajemos juntos? Agora é tarde”. As empresas, clientes, serviços que executamos e os problemas que temos a resolver sempre passarão, mas junto com isso passarão o tempo e momentos pessoais e familiares, portanto pense antes de perder esses momentos insubstituíveis que nunca mais se repetirão.

* Anderson Hernandes é empresário contábil, palestrante e escritor especializado em mercado contábil. www.andersonhernandes.com.br

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Uma empresa chamada Fisco Federal

Posted by Robson de Azevedo em 4 de agosto de 2011

* por Anderson Hernandes

Apple, Google, Microsoft, Petrobrás, Grupo Pão de Açúcar e Receita Federal. O que todos esses nomes têm em comum? Todos são “empresas”. Não se espante, o fisco hoje é administrado e gerido como uma empresa e a seguir vou expor os motivos que levam a essa comparação.

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Haverá profissionais da contabilidade que o mercado necessita?

Posted by Robson de Azevedo em 3 de agosto de 2011

* por Anderson Hernandes

No último mês de maio, o Conselho Federal de Contabilidade publicou o resultado da primeira edição de 2011 do Exame de Suficiência para bacharéis e técnicos de contabilidade. O exame que continha questões de contabilidade geral, custos, gerencial, setor público e controladoria, além de outras áreas correlacionadas, não foi considerado difícil por especialistas. Apesar disso, o índice de aprovação foi de apenas 30,83% para bacharel em ciências contábeis e 24,93% para técnico em contabilidade, o que considero insatisfatório para as necessidades de mercado, porém realista para o nível em geral do ensino das escolas e faculdades de contabilidade. Para ratificar ainda mais essa avaliação, podemos comparar com o resultado obtido na última edição do exame de suficiência anterior a sua reaplicação, realizado em 2004, onde o índice de aprovação foi de 72,47% para bacharel em ciências contábeis. Ainda houve casos de Estados que tiveram índice de 100% de reprovação para técnicos de contabilidade.

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A sua empresa é um escritório contábil ou uma empresa de contabilidade?

Posted by Robson de Azevedo em 16 de junho de 2011

*por Anderson Hernandes

Nessa semana, examinando as fichas da DIPJ de 2011/2010 tive a plena certeza do que já sabia: Os pequenos escritórios contábeis não sobreviverão a todas as exigências impostas aos profissionais da contabilidade atualmente.

Lembro-me de quando preenchíamos a DIPJ com uma maquina de datilografia, onde todas as informações se resumiam em apenas duas folhas. Hoje uma DIPJ, dependendo da empresa, pode ter até 1900 linhas de informações a serem preenchidas para o fisco. Se não acredita, pode parar e contar, pois fiz questão de fazer isso.

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Ativos – Depreciação

Posted by Robson de Azevedo em 24 de março de 2011

DEPRECIAÇÃO – CONCEITO

A depreciação corresponde à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgastes ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência.

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ATIVO IMOBILIZADO – Controle Extra Contábil

Posted by Robson de Azevedo em 3 de março de 2011

Uma  das  atribuições  precípuas  da  contabilidade  é  o  controle  patrimonial  da  entidade. Para  tanto,  além  do  controle exercido  efetivamente  através  dos  registros  contábeis,  torna-se  necessária  à criação de alguns  controles  extra contábeis, que terão por  finalidade  auxiliar  o  bom exercício  do  controle  patrimonial, tais como os dos bens do ativo imobilizado e respectiva depreciação.

Via  de  regra,  nas  empresas  em  geral,  procura-se  controlar  fisicamente  o  ativo  imobilizado  através  de  plaquetas  fixadas  nos  bens, as  quais  são  atribuídos  números  que  obedecem,  tão-somente,  a  ordem  cronológica  de  aquisição.

Baseado  no  mesmo  princípio  de  plaquetas  e  ordem  cronológica,  propõe-se  a  elaboração  de  um  controle físico em que a numeração  não  deverá  ficar  restrita  as  datas  de  aquisição,  devendo  informar  também  os  grupos  e  espécies  dos  bens.

2. SUGESTÃO  DE  CODIFICAÇÃO

Para atender a informação dos grupos e espécies dos  bens,  propõe-se  a  codificação:

a) o primeiro  número,  composto  de  um  dígito,  poderá informar o  grupo  de  bens;

b) o segundo  número,  composto  de  dois dígitos, poderá informar a classificação genérica dos  bens;

c) o terceiro número,  composto de dois dígitos, poderá informar a classificação específica dos  bens; e

d) o quarto  número, composto de três dígitos, poderá informar o número atribuído ao bem, a titulo  de  controle.

Desta forma, por exemplo, a codificação de  um  bem poderá ficar assim composta:

1 – Máquinas e equipamentos  (grupo)

1.01- Fresadeiras (classificação  genérica)

1.01.01- Fresadeiras automáticas  (classificação  específica)

1.01.01.065 – Fresadeiras automática marca Fresau número: 1RZ62,  modelo 10 XMO (número  atribuído,  a  titulo  de  controle)

3. SUGESTÃO DE ÍNDICE GERAL

1- MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

1.01- FRESADEIRAS

1.01.01- Fresadeiras  automáticas

1.01.02 – Fresadeiras  horizontais

2- FERRAMENTAS

2.01- COMPASSOS

2.01.01- Compassos  de  precisão

2.01.02 – Compassos  de  redução

2.02 – PAQUIMETROS

2.02.01 – Paquímetros  comuns

2.02.02 – Paquímetros  eletrônicos

4. SUGESTÃO DE RELATÓRIOS POR BENS

1- MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

1.01- FRESADEIRAS

1.01.01 – FRESADEIRAS  AUTOMÁTICAS

1.01.01.001 – Discriminação: Fresadeiras autom. marca Fresau 1RZ62 modelo XMO Fornecedor: Fresau Ltda.

Data de aquisição: 05.05.98

Documento: NF número: 12345 Localização:  Setor de Usinagem – Galpão 2

Data da baixa:

OBSERVAÇÃO

O controle do  ativo  imobilizado, objeto  deste  tópico,  não  se  confunde  com  o  controle  individual  dos  bens  para  efeito  de depreciações.

5. BENS DE PEQUENO VALOR

A legislação  do  imposto  de  renda  permite  que  seja  deduzido  como  despesa  operacional  o  custo  de  aquisição  de  bens  do  ativo  permanente  de  valor  diminutivo (valor  máximo  fixado  pelo Fisco).  Entretanto, para  efeito  de  controle  patrimonial,  de  acordo  com  a  expressividade  dos  bens,  mesmo  que  estes  não  figurem  no  ativo  imobilizado, é  conveniente  a  codificação  e  controle  dos  mesmos,  pois,  como  comentado  na  introdução  deste  tópico,  o  controle  patrimonial  exercido  mediante  o  controle  físico  do  ativo  imobilizado  é  extra contábil,  não  ficando  restrito,  portanto,  aos  valores  que aparecem na contabilidade.

6. FICHAS DE CONTROLE DE BENS DO ATIVO IMOBILIZADO

É indispensável, para efeitos fiscais e contábeis que a empresa mantenha registros que permitam identificar os bens, determinar a data e o custo de aquisição, bem como os posteriores acréscimos e baixas parciais a eles referentes. A empresa deverá criar modelos de fichas próprios.

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